Dr. Angelo Scaldini
CRM: 134764
Cirurgião robótico (Intuitive) e cirurgia minimamente invasiva avançada;
Médico cooperado Unimed Sorocaba;
Atendimento dos principais convênios;
Cirurgia robótica no Hospital Albert Einstein em São Paulo, São Luiz em Alphaville e Hospital Vera Cruz em Campinas;
Cirurgia nos hospitais da cidade de Sorocaba (Unimed, Hospital Evangélico).
Atendimento no Hospital São Luís em Campinas.
Certificação em cirurgia Robótica – 2023- Intuitive Surgical;
Pós-graduação em Cirurgia Robótica em Ginecologia 2022 a 2023: Hospital Albert Einstein – SP;
Pós Graduação em Cirurgia Minimamente Invasiva Oncológica bbva ai factoryGatrointestinal 2019: Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo;
Residência Médica em Cirurgia Oncológica 2011 a 2014: AC Camargo Cancer Center – SP;
Residência Médica em Cirurgia Geral 2009 a 2011: Hospital Municipal Dr. Mario Gatti – Campinas;
Graduação em Medicina 2002 a 2008: Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA).
O cirurgião oncológico atua na Identificação de fatores de risco, orientações de medidas de prevenção e indicação de exames para um correto rastreamento e diagnóstico precoce do câncer.


Prevenção e rastreamento do câncer
O cirurgião oncológico atua na Identificação de fatores de risco, orientações de medidas de prevenção e indicação de exames para um correto rastreamento e diagnóstico precoce do câncer.

Cirurgia minimamente invasiva e robótica
Pode ser por videolaparoscopia ou robótica. São cirurgias com um menor trauma cirúrgico, uma melhor recuperação pós-operatória, uma menor taxa de complicações e uma menor cicatriz cirúrgica, resultando em uma alta precoce.
A cirurgia robótica auxilia consideravelmente na cirurgia oncológica, pois possui uma maior tecnologia e possibilita a realização de procedimentos mais complexos, com maior precisão e melhores resultados pós-operatórios.

Câncer Ginecológico
Os tumores do trato genital feminino são basicamente: endométrio e corpo do útero, colo do útero, ovário, vulva e vagina.
A neoplasia do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais comum na mulher estimando-se cerca de 17 mil casos novos em 2023 (INCA).
A neoplasia de endométrio e corpo do útero é responsável por 3,2% dos tumores malignos da mulher com estimativa de 7840 novos casos em 2023, seguido do câncer de ovário, responsável por 3% estimando-se 7310 novos casos em 2023 (INCA).

Doenças Benignas Ginecológicas
O advento da cirurgia robótica trouxe uma melhor possibilidade de sucesso no tratamento de doenças ginecológicas benignas como endometriose e miomatose uterina.
A endometriose acomete cerca de 6 a 10% das mulheres em fase reprodutiva, 50 a 60% de adolescentes e adultas com dores pélvicas e até 50% das mulheres com infertilidade (ANVISA).
É considerada uma doença benigna, ocasionalmente acompanhada de tumores ovarianos malignos e tem sido considerada um problema de saúde pública, tanto por seu impacto na saúde física quanto psicológica.
A miomatose uterina são nódulos benignos constituídos de musculo liso do útero e estima-se que 80% das mulheres em idade fértil possuam miomas, sendo a segunda maior causa de cirurgia em mulheres (FEBRASGO). Apesar desta alta incidência nem todas as mulheres necessitarão de tratamento e este dependerá da localização, do tamanho e da quantidade podendo ser clínico ou cirúrgico.

Câncer de partes moles
Cerca de 50% do peso do corpo humano é constituído pelas chamadas partes moles, como músculos, gordura, tendões, ligamentos, vasos sanguíneos, nervos periféricos e outros tecidos.
Os tumores de partes moles são originários do tecido conjuntivo e podem ser benignos ou malignos. Os malignos são chamados de sarcomas e os benignos possuem uma variedade de tipos, porém o tumor desmóide merece destaque por sua agressividade local.
Os sarcomas podem surgir em qualquer parte do organismo, mas a sua grande maioria, 60% são de extremidades como braços e pernas. Essa neoplasia também pode se desenvolver no retroperitônio, camada que reveste posteriormente o abdômen, chamados de sarcomas retroperitoneais.
Os sarcomas de partes moles possuem mais de 50 tipos e são raros, porém a cirurgia é o procedimento básico para o seu tratamento.

Câncer de pele
As neoplasias de pele podem ser classificadas em câncer de pele não melanoma representadas pelo carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular e câncer de pele melanoma.
O câncer de pele não melanoma é o câncer com maior incidência no mundo, estimando-se cerca de 2 a 3 milhões de casos novos por ano (OMS). No Brasil representa cerca de 30% do total de casos de câncer registrados no país (INCA). Apesar da alta incidência é o de menor mortalidade se tratado adequadamente.
O melanoma tem origem nos melanócitos, células que produzem a melanina e se descoberto em seus estágios iniciais é quase sempre curável. Porém se diagnosticado tardiamente tende a se espalhar para outras partes do corpo pelo seu alto risco de metástase.
As neoplasias de pele em fases iniciais em sua maioria são tratadas com cirurgia podendo ser menor o procedimento quanto mais precoce é o diagnóstico.

Câncer de mama
A neoplasia maligna da mama é o câncer mais comum na mulher. É responsável por 30% de todos os casos de câncer feminino e estima-se mais de 73 mil novos casos em 2023 (INCA).
Em estágios iniciais as chances de cura chegam a mais de 95%, assim o tratamento pode ser realizado com cirurgias menos mutilantes, preservando-se a mama e até poupando-se da realização de quimioterapia.
O tratamento deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar especializada, composta pelo médico cirurgião oncológico, oncologista clínico e radio-oncologista, além da equipe de nutrição, psicologia e fisioterapia.

Câncer do trato gastrointestinal alto e baixo
Tumores malignos do cólon e reto (intestino grosso), são o terceiro tipo de câncer mais comum na população geral, responsáveis por mais de 9% de todos os tipos de neoplasias malignas, tanto em homens quanto em mulheres.
Tumores malignos do trato gastrointestinal também envolvem o esôfago, estomago, intestino delgado, pâncreas, fígado e vias biliares.
São tumores com tratamentos algumas vezes complexos e necessidade de uma equipe experiente. O cirurgião oncológico decide junto ao oncologista clínico e ao radio-oncologista se será necessário algum tratamento prévio a cirurgia e dependendo de cada caso realizar ou não quimioterapia ou radioterapia antes da cirurgia.

